Feliz é Quem Sabe Contemplar o Belo

Muito se diz a respeito de como obter a felicidade, mas poucos dizem que para ser feliz não é necessário o excesso, e sim o simples da vida.

Por mais que o mundo seja cheio de coisas ruins, desprezíveis e feias, ninguém pode negar o fato de que existem muitas coisas belas também. A natureza talvez seja o que há de mais belo no universo, e isso lhe deixará mais feliz.

A grande verdade do ser humano moderno é que este perdeu a admiração pelas coisas simples da vida, ou seja, as mais bonitas.

É engraçado pensar sobre quanto dinheiro alguém possa gastar para ver alguns quadros em uma exposição de arte enquanto as artes mais belas estão bem diante dos nossos olhos.

Eis a beleza gratuita que até mesmo o mais pobre dos miseráveis pode ter acesso: a natureza. O sol, as nuvens, o vento, a terra, os animais… Tudo carrega raríssimo esplendor.

Qual foi a última vez que você tirou 5 minutos do seu dia para admirar as estrelas? Já parou para pensar sobre quanto tempo o quadro sutilmente pintado sob sua cabeça estará acessível a você?

Feliz é quem sabe contemplar as estrelas

Um dia sua visão enfraquecerá. Os anos passarão rapidamente. Quando menos se esperar, a morte nos fará uma visita.

Sinta a natureza. Seja acariciado pelas brisas e pela tão valiosa luz do sol. Tente, por pelo menos alguns segundos por dia, deixar de lado seus problemas e admirar a tão solene arte gratuita que a natureza nos dá diariamente.

Feliz é quem sabe contemplar a natureza

Para concluir, fiquem com este pequeno trecho retirado do livro “Dez Leis Para Ser Feliz” do escritor Augusto Cury.

Contemplar o belo é fazer das pequenas coisas um espetáculo aos nossos
olhos. É dialogar com os amigos, elogiar as pessoas, amar os desafios da vida. É
admirar as crianças, ouvir as histórias dos idosos.
É descobrir as coisas lindas e ocultas que nos rodeiam. É admirar as
nuvens, o canto dos pássaros, o baile das olhas sob a orquestra do vento. É
perceber além das imagens e das palavras. Creio que menos de 10% das pessoas
sabem contemplar o belo. Quem despreza essa lei tem uma alegria fugaz, uma
emoção superficial.

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